Dezenas de pessoas participam desde a segunda-feira do 1º Simpósio de Psicologia promovido pela Faculdade da Amazônia, em Vilhena. O evento termina hoje (quarta-feira 29), no auditório da instituição, e foi realizado em comemoração ao Dia do Psicólogo, celebrado em 27 de agosto. Além de profissionais da área, o simpósio reúne acadêmicos do curso de Psicologia da Fama, professores e leigos, já que os temas abordados no encontro foram de interesse geral. O 1º Simpósio de Psicologia da Fama foi idealizado e organizado pelos acadêmicos da turma I. O curso de psicologia da Fama é o único do interior de Rondônia.

Os palestrantes discorreram sobre temas variados. Na abertura do Simpósio, a psicóloga Simone Oliani, professora da Unifil de Londrina (PR), falou sobre os Transtornos de Ansiedade. Na terça-feira, Gisele Paquer, psicóloga do Centro de Formação Profissinal Humanus, abordou o tema: O papel do psicólogo nas organizações: gestão de pessoas. O evento será encerrado com a palestra da psicóloga Edna Mônica Woveto. Logo mais à noite ela fala sobre a atuação do psicólogo hospitalar e o imaginário do adoecer.
É incrível a quantidade de drogas que passa por Rondônia com destino a outros estados do país. Toda semana a polícia prende alguém transportando drogas. Algumas vezes de maneiras bem inusitadas. Ontem mais 13,7kg de cocaína foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal em Vilhena. Ao efetuar a fiscalização de rotina em frente ao Posto da PRF, na BR 364, os patrulheiros abordaram o veículo Corsa, de placas HPP 1326, conduzido por Ailto José de Azevedo Araujo, 27 anos, e encontraram a droga escondida nas laterais interiores do veículo. Ainton declarou aos PRFs ser dono do produto e adquirido a substância em Rio Branco (AC) pela quantia de R$ 30 mil. Ele iria entregar a droga em Fortaleza (CE). A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Federal para que fossem tomadas as devidas providências legais.
A Associação Comercial e Industrial de Vilhena (Aciv), realiza no próximo sábado, a partir das 19h00, no clube recreativo da instituição, o lançamento oficial da promoção Aciv “Agora é Casa”. Com o slogan, “uma promoção que vai dar onde morar”, a associação comercial inova a partir de uma constatação óbvia. Segundo Vilmar Saúgo, presidente da Aciv, todas as premiações realizadas pelas instituições – Aviagro, a própria Aciv – privilegia o sorteio de carros e motos e que acabam sendo vendidos pelos ganhadores para a aquisição da casa própria.
Sendo assim, para a promoção quer se inicia sábado 01, e encerra em 24 de fevereiro de 2008 será sorteada no final da promoção uma casa com 69 metros quadrados, coberta com telha de barro e dotada com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Conforme informou Saugo, a casa está estimada em R$ 40 mil e está sendo construída no bairro Cidade Nova.
A promoção Aciv “Agora é Casa”, além do prêmio final vai contemplar os clientes das empresas cadastradas na promoção, com 30 sorteios – um por semana – no valor de R$ 500,00. “Esse prêmio em dinheiro deverá ser gasto pelo ganhador nas empresas participantes da promoção”, lembra Saugo.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) mobilizou uma equipe de 50 servidores (isso mesmo), até Vilhena para o V Encontro de Atualização Administrativa. Um ônibus da Andorinha lotado e mais alguns carros desembarcaram na cidade no domingo e só retornaram para Porto Velho ontem, terça-feira 21. Todo essa estrutura, paga pelo contribuinte é claro, foi acionada para atender 150 participantes que segundo a organização do evento se inscreveram para tal. Ou seja, para cada três pessoas inscritas no encontro tinha um funcionário do TCE. Tratamento personalizado. Outro detalhe que suscitou questionamentos foi: pra que tanta gente vir de Porto Velho até Vilhena a custo altíssimo, se o evento durou apenas um dia e meio e além de poucos participantes teve apenas cinco palestrantes.
A umidade relativa do ar (UR) está cada vez mais baixa em Vilhena. Na última sexta-feira 17, um boletim no site do CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) alertou que a UR na cidade estava baixa: 28%. Isso às 11 horas. Nesta época a UR em Vilhena tem baixado dos 30%, mas somente no período da tarde.
Segundo o Meteorologista Luiz Alves Santos Neto, do Sipam, nos últimos sete anos a média mais baixa da umidade relativa do ar em Rondônia foi de 22%. Existem três estágios a serem observados nesta época do ano: O estado de atenção na casa de 30% a 20% de umidade no ar, o estado de alerta entre 20 a 12% e o estado de emergência de 12 a 0%. As porcentagens ideais giram em torno de 40 a 50%.
A Associação Comercial e Industrial de Vilhena, juntamente com outras associações comerciais do estado, coordenadas pela Federação das Associações Comerciais e Industriais de Rondônia (Facer), estará propondo modificações no Decreto 13.066. Esse decreto, segundo Vilmar Saugo, presidente da Aciv e vice-presidente da Facer, institui a cobrança do diferencial de alíquota, inclusive das pequenas indústrias de Rondônia optantes do Super Simples. Para Vilmar Saugo, isto é inconcebível, um duro golpe para aqueles que lutam arduamente sem mão de obra qualificada, longe dos grandes centros e por isso mesmo com dificuldades para trazer a industrialização para o Estado de Rondônia.
Estados como São Paulo, Paraná, Bahia, Sergipe e tantos outros não estão cobrando sequer a diferença de alíquota sobre o comércio, quanto mais das indústrias que geram muito mais empregos. “Sinceramente não acredito que o Estado vá insistir em manter a cobrança do diferencial de alíquota sobre a pequena Indústria. Nosso Governador é um empresário e sabe das dificuldades do setor. Ele sempre nos ouviu e tenho certeza de que iremos chegar a um consenso”, disse Saugo.
Para tentar mudar a opinião dos técnicos da Secretaria de Finanças (Sefin) e do próprio governador do estado, o presidente da Aciv viajou neste final de semana para a cidade de Cacoal. Nessa cidade, juntamente com outros presidentes de associações e com a coordenação da Facer, será produzida uma pauta de reivindicações que será apresentada ao governador Ivo Cassol.
Dos 24 deputados estaduais de Rondônia, 21 estiveram presentes na audiência pública que a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado realizou ontem sobre a dívida do extinto Beron. A justificativa do deputado Tiziu Jidálias, presidente da Comissão Pró-Rondônia (sabe-se lá o que é isso e pra que serve) para que 87% dos deputados estaduais se deslocassem de Rondônia até Brasília, gastando com passagens aéreas, hospedagem e diárias foi a seguinte: “a ida dos deputados rondonienses foi importante para mostrar que todos os setores políticos do Estado estão interessados no tema.”
Grande justificativa!!! O problema é que eu também estou interessado no tema, nem por isso fui convidado pra passear na capital federal com dinheiro público, ou seja, com o meu dinheiro também. É por essas e outros que, a cada dia que passa, não consigo enxergar diferença desta para as outras legislaturas estaduais que tanto emporcalharam o nome de Rondônia.
O Juiz Federal Élcio Arruda, da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Rondônia, presidirá o Tribunal do Júri onde Paulo Fábio Herrera de Aguiar Andrade será levado a julgamento popular. O réu é acusado de ter participado do homicídio do policial federal Roberto Simões de Mentzinger. O policial que era lotado na delegacia da Polícia Federal em Vilhena foi assassinado no dia 03 de dezembro de 1999 na cidade de Pimenteiras do Oeste, nas margens do rio Guaporé, fronteira do Brasil com a Bolívia. Ele e outro policial participavam de uma perseguição a traficantes pelo rio, quando foi rendido pelos bandidos, torturado e morto.
Além disso, Paulo Herrera, vulgo Fabito, responde pelo furto de uma submetralhadora HP MP5
Foi enterrado ontem o adolescente de 17 anos, assassinado dentro da Casa da Cidadania em Vilhena. O rapaz que era mantido no local de “ressocialização” foi morto na madrugada de terça-feira 21, por um colega que também está internado na instituição. Bem antes do enterro, a família do adolescente já começou a receber a visita de advogados. Todos tinham a mesma missão: orientar os familiares sobre como processar o Governo de Rondônia pela morte do garoto que estava sob a tutela do Estado.
A recém formada advogada Kely Crisóstomo (qualquer semelhança não é mera coincidência) está trabalhando na Defensoria Pública de Vilhena. Até aí tudo bem. O problema é que a filha de Jô e sobrinha do governador Ivo Cassol foi nomeada para o cargo de assistente jurídica por força de um decreto governamental. Pensei que a Assembléia Legislativa tinha abolido o nepotismo em Rondônia.
Servidores do primeiro escalão da prefeitura estão suspeitando que os celulares usados por eles estejam grampeados. Segundo um desses servidores, tal hipótese se sustenta no fato da Justiça ter proibido o ex-secretário de Coordenação Geral Melki Donadon de manter qualquer tipo de ingerência administrativa na prefeitura de Vilhena. Assim, a Justiça poderia pegar o ex-prefeito com a boca na botija, quer dizer, no celular.
Enviado por Fernanda Alves Durão (Com edição minha)
A revista Veja adotou a teoria REPERCUTIR BOATO de Jornalismo. Funciona assim: você tem uma suspeita, transforma isso em fato e, concluindo antecipadamente que o boato é fato, trata de repercutir. E a Veja é tão boa nisso que sua teoria ganha credibilidade imediata em outros jornais, que passam a adotar a teoria do REPERCUTIR BOATOS DE SEGUNDA MÃO.
Na Folha Online, por exemplo:
"O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa disse à Folha que tem "a sensação e o temor" de estar sendo monitorado por escuta telefônica clandestina e afirmou que o fato de ser relator do mensalão pode torná-lo mais vulnerável."
Curiosamente, eu também estou com a sensação de que estão escutando as minhas ligações telefônicas. Já provindenciei um médium para fazer a varredura.
Disse o ministro: "Teoricamente o risco aumenta, mas não tenho nenhum elemento para afirmar que possa ter acontecido ou esteja acontecendo", declarou Barbosa, a três dias do início do julgamento da denúncia [aos acusados de formar a quadrilha do mensalão].
Se o próprio ministro diz que não tem nenhum elemento para afirmar que possa ter acontecido ou esteja acontecendo, então qual é a notícia?
Disse o ministro: "Hoje há uma sensação generalizada em Brasília, entre as pessoas que ocupam uma função importante, de violação de privacidade. É um fato muito grave."
Se depender da lógica desse ministro o Supremo Tribunal Federal está perdido. Ele está dizendo que ter a sensação é um fato grave? Sim, porque não existe fato, só a "sensação".
De acordo com a Folha Online, "ele disse que a autoria da escuta telefônica ilegal, feita sem autorização da Justiça, pode ser tanto de setores da Polícia Federal quanto de empresas privadas interessadas em fazer chantagem para pressionar o resultado de julgamentos."
Se o ministro sabe que a escuta telefônica foi feita, cabe a ele fazer a denúncia e apresentar provas. O Direito admite a apresentação de sensações? Então eu pretendo recorrer da multa que recebi por excesso de velocidade argumentando que "tive a sensação de que o radar estava mal intencionado".
Disse mais a Folha Online:
"Reportagem da revista "Veja" desta semana mostra que pelo menos outros quatro ministros do STF e Sepúlveda Pertence, que se aposentou nesta semana, se sentem ou já se sentiram monitorados por escutas clandestinas. São eles Marco Aurélio Mello, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto."
Como é que a gente se sente monitorado? Eles pediram varredura? Qual foi o resultado?
E segue a Folha Online:
"O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cézar Britto, condenou a suspeita de monitoramento de ministros do STF. "Nada pior para a democracia do que acuar o Poder Judiciário. O Judiciário independente pressupõe a ausência de qualquer interferência externa, especialmente do aparelho estatal encarregado da atividade policial", afirmou."
Toda essa confusão por causa de uma sensação? De uma suposição?
É a Veja introduzindo o "jornalismo supositório".
É por isso que aqui em casa essa revista não entra.
Em maio deste ano, a população de Vilhena recebeu com euforia a notícia de que a OceanAir, uma empresa aérea de grande porte, começaria a operar com vôos ligando a cidade ao sul do país. Junto com a notícia veio a informação de que as tarifas seriam bem mais baratas que as praticadas pela Trip, até então, a única empresa a operar com vôos para Vilhena. Técnicos da OceanAir estiveram na cidade para conhecer o aeroporto local e chegaram a estipular uma data para o início das operações na cidade: 18 de junho.
Segundo informou na época Jorge Mendes, responsável pela área de tráfego da OceanAir, o único empecilho a ser resolvido num primeiro momento era o problema do balizamento da pista. Questão que foi logo solucionada pela prefeitura. No dia 12 de junho, a Infraero testou e aprovou o novo balizamento do aeroporto Brigadeiro Camarão. Quem também vistoriou as instalações do aeroporto foi Marcos Antonio da Silva, piloto da empresa e técnico da área de operações. Ele caminhou por ambos os lados da pista em toda sua extensão e no seu relatório a ser enviado para a empresa assinalou que a pista do aeroporto de Vilhena tem excelentes condições e que poderia receber sem problemas os jatos Fokker 100 da empresa.
Na época OceanAir disponibilizou em seu site os horários dos vôos entre Vilhena e Cuiabá, que custariam R$ 151,00. Isso é R$ 187,00 mais barato que o valor que era cobrado pela Trip. Para não perder mercado a Trip decidiu comprar a briga com a OceanAir e ampliou de um para três, os vôos diários para Cuiabá. Também decidiu cortar o valor da tarifa, que passou de R$ 320 para R$ 194. Em um dos horários a tarifa promocional chegou a ser vendida por 144. Os vôos continuaram sendo realizados
Passados quase dois meses da data estipulada pela OceanAir para começar a operar em Vilhena, a empresa ainda não deu o ar da graça. Tirou do site as informações sobre vôos para Vilhena e não se pronuncia sobre o assunto. Funcionários do aeroporto informam que a empresa começou a construir seu guichê no início do mês, e só. Com a parcial desistência da OceanAir, a Trip que tinha baixado o valor de suas tarifas para Cuiabá, decidiu majorar novamente os preços. A passagem que antes estava sendo vendida por R$ 194 passou a ser comercializada a R$ 264. Isso é R$
A ausência de serviços jurídicos públicos especializados no atendimento à mulher vítima de violência obriga brasileiras agredidas a enfrentar, na busca por Justiça, lentidão e impunidade. Na avaliação da diretora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Guacira Oliveira, faltam juizados e varas especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher. “Em casos de violência contra a mulher, um processo nas varas criminais comuns pode levar anos para ser julgado”, alerta Guacira Oliveira. “O processo é lento e sujeita a mulher a condições indignas em que ela expõe suas feridas repetidas vezes, em várias fases do processo, que se perdem”, completa.
De acordo com um levantamento feito na Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 13 estados brasileiros não contam com juizados ou varas especiais. A carência é maior nas regiões Norte e Nordeste onde Rondônia e outros 10 estados (Amazonas, Acre, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Bahia) não têm nenhuma das duas estruturas, assim como Goiás e Minas Gerais, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste.
A advogada da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres Ana Paula Gonçalves disse a atuação dos juizados é mais eficiente que a das varas, que também julgam outros crimes. “Os juizados são específicos para julgar casos de violência contra a mulher. As varas dão preferência para os casos em que a mulher é vítima, mas julgam também outros crimes”, esclareceu Gonçalves.
Os juizados especiais de violência doméstica e familiar contra mulher, além de dar agilidade aos julgamentos, podem reunir ações sobre a guarda dos filhos e pensão alimentícia. De acordo com a Lei Maria da Penha, os órgãos devem contar com juízes capacitados e uma rede de apoio formada por assistentes sociais, profissionais da saúde, educação, trabalho e habitação.
Em Rondônia a criação desses juizados especiais esbarra em problema crítico: a falta de dinheiro. O Tribunal de Justiça do estado teve o orçamento reduzido e não visualiza a possibilidade de implantar esses juizados em um espaço curto de tempo. Tal implantação demanda a contratação de novos servidores, compra de equipamentos e ampliação de espaço físico. Tudo isso requer mais dinheiro no orçamento do Judiciário.
Em Vilhena, por exemplo, o fórum local já está pequeno para abrigar as seis varas cíveis e criminais e mais o juizado especial. O projeto de construção de um novo prédio para abrigar o fórum foi adiado por falta de recursos. Além disso, o número de servidores não é suficiente para atender a demanda por serviços judiciais. Atualmente o fórum funciona com apenas 67% do número necessário de servidores. Segundo estimativa do TJ estão previstos para Vilhena 163 funcionários. Porém, apenas 109 servidores trabalham no fórum local, 54 a menos que o número ideal.
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